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domingo, 27 de novembro de 2016

Repórter em Ação reexibe matéria sobre os canibais de Garanhuns

Em 2008, o País parou com a descoberta de um dos casos mais brutais da crônica policial brasileira. Dividido em capítulos, como nos bons roteiros de suspense, o Repórter Record Investigação exibiu no mês de maio, com exclusividade, a verdadeira história de um trio amoroso selvagem, que aterrorizou, matou e praticou rituais de canibalismo com mulheres, no agreste brasileiro.
Os protagonistas desse enredo são: Jorge Negromonte, Bruna Oliveira e Isabel Cristina. Os rostos dos três estamparam as manchetes da imprensa internacional e eles ficaram mundialmente conhecidos como "Os Canibais de Garanhuns".
As Entrevistas
Na época estavam próximos de sentarem no banco dos réus, com prováveis condenações de décadas de isolamento, Jorge Negromonte e Bruna Oliveira quebram o silêncio e contam em detalhes como, em parceria com Isabel Cristina, eles atraíram as vítimas para cometer crimes tão bárbaros, na casa onde viviam.
São depoimentos estarrecedores que se encaixariam perfeitamente numa trama hollywoodiana.
Bruna Oliveira, por exemplo, conta que Jorge retirava os órgãos dos cadáveres e os colocava na geladeira. "Ele congelava o fígado pra gente comer dias depois".
Na primeira audiência no tribunal, Jorge Negromonte diz friamente que matou porque queria purificar o mundo. "Nós três estávamos só escolhendo pessoas boas para o nosso ritual".
Nossas equipes também tiveram acesso exclusivo ao processo, com mais de três mil páginas, em que Isabel Cristina, a mulher de Jorge, narra o episódio sobre a coxinha, recheada de carne humana, feita pelos três. "A gente cozinhava a carne direitinho, fazia a coxinha e comia".
Pela primeira vez, a testemunha mais importante do caso fala com uma equipe de reportagem. A menina é filha da primeira vítima dos "Canibais" e foi adotada pelo assassino da mãe. "Ele é canibal. Cortou a cabeça dela e a estuprou", referindo-se a Jorge Negromonte.
Familiares revelam também os últimos dias de vida das vítimas. "Ela chegou a me dizer que às vezes tinha impressão de estar sendo seguida", diz a mãe de uma delas.
O perfil completo de Jorge, Bruna e Isabel. Pessoas aparentemente comuns, que transformaram-se em matadores.
E mais: os filmes de terror que o trio gravava. Tivemos acesso aos filmes que os canibais faziam, encenando, na ficção, os crimes que longe das câmeras, eles cometeriam anos mais tarde.
REEXIBIÇÃO
A matéria será reprisada no Repórter em Ação deste domingo (27/11), às 22:15, na TV Clube/Record.

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